quarta-feira, 27 de julho de 2011

Baila do Coisa: O melhor da Black Music


Pioneiro em produções musicais em Minas Gerais com o hip hop, funk e montagem, o DJ A Coisa foi o primeiro dj reconhecido nacionalmente pela suas performance nos toca discos. Iniciou a carreira de dj em 1975 em festinhas de residências do bairro onde morava em Sabará.

Hoje A Coisa é a referencia na cidade quando o assunto se trata de Black Music (Música Negra) também é um dos pioneiros da cultura Hip Hop em MG.

DJ da banda Berimbrown, A Coisa é contratado constantemente para tocar em vários bailes pelo País e no exterior há mais de 30 anos como: Alemanha, Suíça, Áustria, França, Slovenia, Dinamarca e Estados Unidos.

O Baile do Coisa resgata o supra sumo da cultura black dos anos 70 e 80, tornando o Matriz ponto de encontro de amantes e dançarinos do gênero, sempre no primeiro sábado de cada mês.

CONFIRA A AGENDA COMPLETA DO MATRIZ

quarta-feira, 13 de julho de 2011

13: Dia Mundial do Rock!


Hoje é dia Mundial do Rock, mas que tal se todo dia 13 fosse data de comemorar o Rock n´roll? Se depender da Banda Cáustica pelo menos o mês que vem tá garantido! 13 de agosto as Mulheres Cáusticas tocam em São Paulo com Matanza, Dead Fish, Insect Flye e outras bandas, no Domina Mundi Music Festival.

O show será no Clube Regatas Tietê (Avenida Santos Dumont, 843 - Próximo ao metrô Armênia). Para ingressos promocionais com direito ao EP Musas e Medusas da banda Cáustica, que será lançado no evento, entre em contato com Brenda (31) 88119469 ou em São Paulo com Marcão (11) 84072508.

História do dia mundial
Rock contra a fome e as injustiças sociais

Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres na Inglaterra e na Filadélfia nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.

Foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano. 20 anos depois, em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8 como uma nova edição, com estrutura maior e shows em mais países com o objetivo de pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres e erradicar a miséria do mundo.

Desde então o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock

Raul Seixas O NASCIMENTO DO ROCK



--
Enviado por: UNIAC Produções

http://uniacproducoes.blogspot.com

sábado, 2 de julho de 2011

Domingão tem show no Centro Cultural Nem Secos com Cáustica, Dito Cujo e Simples


Ouça: myspace.com/bandacaustica

Corrosão, dissolução, Cáustica, ex Caution, completa uma década de existência e decidiu se corromper. Por que não? Quebrar as barreiras de estilos e trafegar num universo estático sem fronteiras. A banda, depois de ter passado por várias formações, une três integrantes que trazem bagagens diferentes: Brenda (bateria), Polly (baixo) e Pamilla (guitarra e voz). E são das experiências diversas no universo sonoro e de trajetória que essas três mulheres se unem para compor. E é com essa formação que a Cáustica se arrisca no universo alternativo indie-rock, isso para quem quer algum tipo de definição.


Depois de tocar na Lapa, Rio de Janeiro no Money Festival, as Mulheres Cáusticas fazem show em Belo Horizonte com um repertório próprio que mescla vários estilos e ritmos ao rock com poesia sempre, tanto nas letras como em performances poéticas durante as apresentações.

Para este domingo, aproveitando a deixa do bairro onde está localizado o Centro Cultural Nem Secos, a Loira do Bonfim, a Hilda Furacão e a Mulher Poliglota são as personagens: mitos e musas de BH da performance da noite Sagarana Poliglota. O show começa às 18hs e a entrada é um 1 kilo de alimento não perecível.

A banda volta a se apresentar no espaço no 13 de julho, no dia mundial do Rock. E no próximo mês, 13 de agosto a Cáustica estará em São Paulo para o Domina Mundi Music Festival abrindo o show do Matanza. Haverá excursão saindo de Belo Horizonte organizada pela produtora Hard Zone. Para ingressos promocionais e informações, entre em contato pelo e-mail: caustica@caustica.com.br.

A Cáustica é formada por Brenda Mars (bateria), Pâmilla Vilas Boas (guitarra e voz) e Polly Alves (baixo e backing vocal). Escute a versão musical da banda de Ismália, de Alphonsus de Guimaraes nohttp://myspace.com.br/bandacaustica

Acompanhe notícias sobre a banda no blog Música de Fronteira

Serviço
Domingão Nem Secos
03/07/2011 às 18hs
Cáustica, Dito Cujo e Simples
Centro Cultural Nem Secos
(rua São Salvador, 9, Bonfim - BH/MG)
http://www.nemsecos.com.br/

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Domina Mundi Music Festival com Matanza, Dead Fish e Cáustica na abertura

Para excursão saindo de Belo Horizonte, entre em contato no 88119469 com Brenda.
Reserve já sua vaga. Antes que acabe... Temos ingressos promocionais com camiseta. A banda Cáustica vai abrir o show e lançar o EP "Musas e Medusas".
Não perca esta noite de puro rock n´roll em São Paulo!

Ouça o som da Cáustica

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Black Soul Samba se rende ao carimbó


Neste mês de junho, a Black olha para o próprio umbigo e resolve homenagear o mais negro dos rítmos paraoaras, o Carimbó. Nesta sexta-feira, 10, a festa recebe orgulhosamente, o Som de Pau Ôco, o mais novo grupo de Carimbó de Belém, formado por músicos profissionais, professores, pesquisadores, compositores e alunos de música. Tudo à beira da baía do Guajará!

Em meio à campanha para “tornar” o Carimbó um patrimônio cultural brasileiro, o grupo desponta erguendo a bandeira da valorização e preservação desse ritmo, que é uma das mais antigas manifestações da cultura popular do Estado do Pará.

Muito além da simples retomada de um batuque, o Som de Pau Oco vivencia o Carimbó de uma maneira efetiva, que contagia a todos com sua atmosfera de poesia, alegria, amizade, e amor à natureza deste Estado. Mesmo num contexto mais urbano, o grupo endossa essa luta, destacando a importância do Carimbó de raiz como expressão cultural e intangível do Pará, seja no resgate dos grandes Mestres, seja na manutenção e divulgação desta arte popular, seja na propagação dessa arte para novas gerações.

O grupo Som de Pau Oco traz no nome a reverência ao tambor de madeira Curimbó, que em Tupi Guarani, quer dizer pau oco, pau escavado. Além desse instrumento, fazem parte da instrumentação do grupo o clarinete, o saxofone, o milheiro, o banjo, o tambor de onça, o reco-reco, as maracás e as matracas.

As composições do grupo ganham vida a partir dos temas do cotidiano e da inspiração dos batuques da infância. Porém, é nos ensaios de Carimbó que o repertório autoral cresce, ganha corpo, e, ao mesmo tempo, força quando misturado às canções dos grandes mestres: Cupijó, de Cametá; Lucindo, de Marapanim; Verequete, de Icoaraci; entre outros grandes nomes.

Seguindo uma linha de composição coloquial , espontânea, alegre e, por vezes, jocosa, as canções do Som de Pau Oco falam do cotidiano urbano, como também da diversidade temática presente nas histórias, casos e lendas da região Norte. “A sereia cantou”, por exemplo, de autoria de Edson Douglas e Renato Cardoso, é uma das composições mais empolgantes do grupo Som de Pau Oco.

Gostou? Tem mais. Além do carimbó, a festa também oferece Soul, Funk, Hiphop, Samba - Rock, Tropicalices, Reggae e Nu Jazz, tendo nas picapes, os DJs da Black Soul Samba, Eddie Pereira, Uirá Seidl, Fernando Wanzeller e Kauê Almeida.

Serviço
Black Soul Samba e Carimbó, nesta sexta-feira, 10, com ingresso custando R$ 5 até às 23h. Depois, é o dobro. No bar Palafita, ao lado do Píer das 11 Janelas – Cidade Velha.